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13 de Julho de 2010 | Colunas | Categoria

A matemática da vida

"Quanto vou receber de férias?". "Para receber o certificado do curso, preciso ter 70% de presença".

"Comprei uma geladeira em sete vezes". Muitos de nós enfrentamos dificuldade na relação
com a matemática. Sofremos para realizar cálculos e não a reconhecemos em nossas atividades
do dia-a-dia.

De onde vêm estes problemas? Na escola tradicional, os conteúdos são divididos como que em caixinhas, sem muita relação entre si e sem relação com a vida. Aprendemos a fazer cálculos e decorar fórmulas que muitas vezes não nos fazem sentido depois da prova.

Religar estes pontos, trazendo para a sala de aula as diversas áreas de conhecimento, tecendo relações entre elas e relacionando-as à nossa vida, é o exercício proposto nas oficinas de matemática promovidas pelo Departamento de Formação do Sindicato.

Entender quais são os problemas e desafios colocados, exercitar e entender as diversas formas
de representação numérica que traduzem uma mesma parte do todo, foram instrumentos utilizados para facilitar o uso da matemática na realidade do trabalho, na economia doméstica etc.

Bicho de sete cabeças? Recompondo o quebra-cabeça, encaixado a partir da compreensão e
raciocínio lógico dos desafios apresentados, foi possível identificar que vivemos e conhecemos
mais a matemática do que supomos e ela não é um bicho de sete cabeças; se bem construído,
este conhecimento pode nos permitir conhecer melhor nossa realidade e intervir nela.

Departamento de Formação

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