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7 de Julho de 2010 | Notícias | Saúde

São Bernardo faz exames de triagem da osteoporose em mulheres

Procedimento gratuito será realizado até amanhã (8)

A Prefeitura de São Bernardo está realizando, em parceria com a equipe de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC e a indústria farmacêutica Eli Lilly, uma campanha de triagem da osteoporose. O objetivo é detectar de forma precoce portadoras de osteoporose, sobretudo mulheres que já chegaram à menopausa e que possuem características que favorecem o aparecimento da doença.  

A empresa está disponibilizando, gratuitamente, o aparelho de ultrassonografia para a realização dos exames de triagem da osteoporose.  A iniciativa acontece até amanhã (8) no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher-CAISM (rua Barão do Rio  Branco, 45 - Santa Terezinha) para as pacientes que já são atendidas no CAISM. Cerca de 70 ultrassons de calcâneo serão realizados por dia.

Simples e rápido, o ultrassom de calcâneo é indicado para mulheres acima de 55 anos que na pós-menopausa tenham duas ou mais das seguintes características: fumante; cor branca ou amarela; vida sedentária; histórico familiar de osteoporose (mãe, avó ou irmã); em uso de corticóides por mais de três meses; antecedência de fraturas de baixo impacto, ocorridas na idade adulta em coluna vertebral, fêmur ou punho. 

Diagnóstico- O ultrassom de calcâneo é apenas um rastreamento da osteoporose e não serve como único método diagnóstico. Para fazer o diagnóstico da doença são necessários exames adicionais, dentre eles a densitometria óssea (método moderno para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo).

A osteoporose torna os ossos frágeis e sujeitos a fraturas. Doença silenciosa e debilitante, que atinge uma em cada três mulheres e um em cada oito homens, é um sério problema de saúde pública que pode causar dor, perda da liberdade e autonomia dos movimentos, elevando o risco de morte. É consequência da perda de tecido ósseo que ocorre mais intensamente após a menopausa. Os custos de tratamento são altos e o impacto socioeconômico é grande. É fundamental que a osteoporose seja detectada precocemente e tratada para que se diminua o risco de fraturas.

No Brasil, aproximadamente sete milhões de mulheres, ou seja, 30% das brasileiras que já passaram pela menopausa, convivem com a doença.
 

Da redação com ABCD Maior

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