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2 de Setembro de 2010 | Notícias | Categoria | Assessoria de Imprensa

Sérgio Nobre concede entrevista a um dos maiores jornais da Coreia do Sul

 

O presidente do Sindicato, Sérgio Nobre, concedeu nesta quinta-feira (2) entrevista ao jornal The Hankyoreh (A Nação), da Coreia do Sul, publicação (de oposição) com tiragem diária de 400 mil exemplares. A Coreia do Sul é um país asiático que tem mais de 47 milhões de habitantes.

O repórter Lee Bon-Young (na foto, junto de Sérgio Nobre) está no Brasil para acompanhar as eleições e também para traçar um perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E, como admitiu o repórter a Sérgio Nobre, não é possível falar sobre Lula sem conhecer o passado e o presente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entidade que o lançou para o mundo há 30 anos.

O jornalista quis saber a opinião de Sérgio Nobre sobre a enorme popularidade do presidente Lula e a iminente eleição de sua candidata, Dilma Rousseff, à Presidência da República. Lee Bon-Young quer entender e relatar aos coreanos como o ex-metalúrgico conseguiu tanta unanimidade. Ele também perguntou a Sérgio Nobre o que mudou na vida dos metalúrgicos do ABC durante os dois mandatos do petista no governo federal.

Sérgio disse ao repórter sul-coreano que Lula foi um dos principais líderes dos trabalhadores na luta contra a ditadura militar e nas conquistas por emprego e melhores condições de trabalho. Num breve panorama, lembrou que, há 30 anos, a luta dos metalúrgicos era feita do portão para fora da fábrica e hoje os trabalhadores tem representação dentro da empresa que garante negociação permanente.

O presidente do Sindicato explicou que nos quase oito anos de governo Lula a vida dos trabalhadores não só metalúrgicos, mas de todos os setores melhorou; que foram criados mais de 14 milhões de empregos formais (com carteira assinada) e que, além do crescimento econômico, Lula garantiu mais igualdade e distribuição de renda por meio de políticas sociais como o Bolsa Família.

Nobre forneceu ao coreano dados que mostram, por exemplo, que o salário mínimo saltou de 83 dólares, em 1994 (sob FHC), para 210 dólares, hoje. Também relatou que o movimento sindical ganhou protagonismo durante o governo Lula e pode ser interlocutor e atuar, como no ano passado, durante a crise. Bem diferente dos governos anteriores, quando o movimento sindical foi perseguido, criminalizado e excluído das esferas de debate e decisão sobre os rumos do País.

Lee Bon-Young finalizou a entrevista perguntando a Sérgio Nobre se, como Lula, um dia ele também pensa em ser presidente do Brasil. O dirigente respondeu que nunca sequer havia pensado em ter a honra de ser presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e lembrou que foi um discurso de Lula, feito há 30 anos numa porta de fábrica, que ele ouviu quando ainda era aprendiz no Senai, que o motivou a entrar no movimento sindical.

Da Assessoria de Imprensa

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