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4 de Novembro de 2014 | Notícias | Internacional

Um a cada quatro europeus esteve em risco de pobreza em 2013

 

Risco de pobreza aumentou na maioria dos países da União Europeia (UE)

Mais de 120 milhões de pessoas na União Europeia (UE), ou seja, um a cada quatro europeus, estavam ameaçados de entrar na pobreza ou na exclusão social em 2013, conforme dados divulgados nesta segunda-feira pelo Eurostat, o escritório comunitário de estatística.

No total, 122,6 milhões de pessoas, o equivalente a 24,5% da população da UE, viveram risco de pobreza monetária, de privação material grave ou pertenciam a uma família com baixa intensidade de trabalho no ano passado. O Eurostat indicou que a proporção de pessoas ameaçadas de pobreza ou exclusão caiu ligeiramente com relação a 2012, quando se situou em 23,8%.

Em 2013, mais de um terço da população sofria essa ameaça em cinco Estados-membros: Bulgária, (48%), Romênia (40,4%), Grécia (35,7%), Letônia (35,1%) e Hungria (33,5%). As taxas mais baixas se deram, por outro lado, na República Tcheca (14,6%), seguida de Holanda (15,9%), Finlândia (16%) e Suécia (16,4%).

Entre os países com dados disponíveis, a taxa de risco de pobreza ou exclusão aumentou entre 2008 e 2013 na maior parte deles. Por outro lado, essa taxa diminuiu na Polônia (de 30,5% em 2008 para 25,8% em 2013), na Romênia (de 44,2% para 40,4%), na Áustria (de 20,6% para 18,8%), na Finlândia (de 17,4% para 16%), na Eslováquia (de 20,6% para 19,8%), na República Tcheca (de 15,3% para 14,6%) e na França (de 18,5% para 18,1%), enquanto na Bélgica a taxa permaneceu estável.

Observando se os ingressos disponíveis estavam abaixo do limite de risco de pobreza nacional, 16,7% dos europeus estava em risco de pobreza monetária em 2013, uma proporção que diminuiu com relação ao ano anterior (16,9%), mas subiu se comparado com 2008 (16,6%). O Eurostat destacou que esse limite caiu por causa da crise econômica em vários países.

Em 2013, mais de 20% da população estava em risco de pobreza monetária na Grécia (23,1%), na Romênia (22,4%), na Bulgária (21%), na Lituânia (20,6%) e na Espanha (20,4%). No entanto, as taxas mais baixas foram na República Tcheca (8,6%) e na Holanda (10,4%).

Os europeus que estavam em estado de privação material grave totalizavam 9,6% da população em 2013, enquanto 10,7% viviam com fraca intensidade de trabalho (contando às pessoas de até 59 anos). Deste último indicador, Grécia (18,2%), Croácia (15,9%), Espanha (15,7%), Bélgica (14%) e Reino Unido (13,2%) registraram as maiores proporções.

 

Da Rede Brasil Atual

 

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