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1 de Julho de 2015 | Notícias

2º ato de mobilização da Campanha Salarial é realizado em Pindamonhangaba

A Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT, a FEM-CUT, organizou o segundo ato de mobilização da Campanha Salarial 2015 na manhã de on­tem, dia 30, em frente à Gerdau, em Pindamonhangaba. Na se­gunda-feira, os Metalúrgicos do ABC organizaram o primeiro ato da Campanha em Diadema e aprovaram por unanimidade a disposição de luta.

Neste ano, o lançamento da Campanha Salarial tem atos descentralizados para possi­bilitar a participação de mais metalúrgicos de cada região do Estado. Hoje e amanhã se­rão realizadas assembleias nas regiões Noroeste, que inclui São Carlos e Araraquara, e de Sorocaba, que abrange os mu­nicípios de Cajamar, Itu e Salto.

A entrega da pauta para as seis bancadas patronais será na sexta-feira, dia 3, em São Paulo.

O presidente da FEM-CUT, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, fez um contraponto às alegações de crise do setor empresarial e citou a alta rota­tividade nas fábricas.

“É fato que estamos per­dendo postos de trabalho, mas também é fato que as empre­sas, estejam em crise ou não, trocam em torno de 40% os seus trabalhadores”, afirmou. “Demitem e contratam outros ganhando menos. Há empresas realmente com dificuldade, mas muitas tentam forçar uma reestruturação neste momento”, prosseguiu.

“Não podemos deixar que as empresas joguem todo o custo de uma situação ruim nas costas do trabalhador”, disse Luizão.

A diretora executiva do Sindi­cato e coordenadora da Comis­são das Metalúrgicas do ABC, Ana Nice Martins de Carvalho, defendeu a pauta da classe tra­balhadora.

“É importante reduzir a jornada de trabalho para man­ter as pessoas no mercado. Se a empresa mandar embora, é que acirra a crise”, afirmou. “Não tenho dúvidas que vamos fazer uma campanha salarial vitoriosa. Os trabalhadores tem muita força e disposição de luta até a vitória”, concluiu.

A data-base é 1º de setem­bro e os principais pontos da pauta são redução da jornada de trabalho sem redução de salário, reposição da inflação e aumento real, unificação e valo­rização dos pisos e valorização das cláusulas sociais.

Da Redação. 

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