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16 de Outubro de 2015 | Notícias | Categoria

Negociações emperram no G10 e Fundição

 

Negociações emperram no G10 e Fundição
O impasse nas negociações com as bancadas patronais do Grupo 10 e Fundição continua na Campanha Salarial 2015. Até a conclusão desta edição da Tribuna, nenhum acordo foi fechado.
“As mobilizações continuam em toda a base dos Metalúrgicos do ABC e pelo Estado. Não vamos aceitar retrocesso de maneira alguma”, declarou o presidente de Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT, a FEM-CUT, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão.
Segundo o dirigente, a Fundição fez proposta de 9%, com reajuste retroativo a 1º de setembro, alegando que este é o seu limite. “Mas estamos insistindo que tem que chegar, no mínimo, ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, que é de 9,88%”.
“E o G10 fez uma proposta que chega ao INPC, mas não prevê repasse nas férias nem no 13º salário, com 7% retroativo à data-base da categoria e 2,88% em fevereiro de 2016”, lembrou Luizão. “Infelizmente, nas negociações com os patrões, encontramos atitudes que nos deixaram indignados.
Agora é pressionar nas fábricas para que tenhamos novas propostas”, concluiu. O tema da Campanha é “Nenhum Direito a Menos e Mais Avanços Sociais” e neste ano estão em discussão cláusulas econômicas e sociais. A data-base é 1º de setembro e estão em Campanha cerca de 200 mil trabalhadores na base da FEM-CUT.
Da Redação

O impasse nas negociações com as bancadas patronais do Grupo 10 e Fundição continua na Campanha Salarial 2015. Até a conclusão desta edição da Tribuna, nenhum acordo foi fechado.

“As mobilizações continuam em toda a base dos Metalúrgicos do ABC e pelo Estado. Não vamos aceitar retrocesso de maneira alguma”, declarou o presidente de Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT, a FEM-CUT, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão.

Segundo o dirigente, a Fundição fez proposta de 9%, com reajuste retroativo a 1º de setembro, alegando que este é o seu limite. “Mas estamos insistindo que tem que chegar, no mínimo, ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, que é de 9,88%”.

“E o G10 fez uma proposta que chega ao INPC, mas não prevê repasse nas férias nem no 13º salário, com 7% retroativo à data-base da categoria e 2,88% em fevereiro de 2016”, lembrou Luizão. “Infelizmente, nas negociações com os patrões, encontramos atitudes que nos deixaram indignados.

Agora é pressionar nas fábricas para que tenhamos novas propostas”, concluiu. O tema da Campanha é “Nenhum Direito a Menos e Mais Avanços Sociais” e neste ano estão em discussão cláusulas econômicas e sociais. A data-base é 1º de setembro e estão em Campanha cerca de 200 mil trabalhadores na base da FEM-CUT.

Da Redação

 

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