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8 de Dezembro de 2015 | Notícias | Economia

Sindicato participa de ato em defesa da democracia e contra o golpe

Sindicato participa de ato em defesa da democracia e contra o golpe
Os metalúrgicos do ABC participam hoje, no Rio de Janeiro, do ato em defesa da democracia e do desenvolvimento, com concentração às 16h em frente à Candelária.
Ontem o presidente do Sindicato, Rafael Marques, participou da plenária organizativa contra o golpe, em defesa da democracia e do mandato da presidenta Dilma Rousseff no Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo. Ele destacou que o manifesto “Compromisso pelo Desenvolvimento”, lançado no dia 3, deverá ser entregue ainda este mês à presidenta Dilma.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou para as lideranças do movimento sindical, social, estudantil, de moradia e de partidos políticos que está à disposição para todos os atos em defesa da democracia e contra a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de autorizar o início do processo de impeachment de Dilma.
“O impeachment tem que ter razão e motivação. No caso da Dilma, não tem nenhuma razão ou motivação a não ser o ódio, o preconceito e tentar desmontar o projeto que nós construímos, que provou ser possível em 12 anos fazer muito mais coisas do que eles fizeram no século 20 todo”, afirmou.
Lula citou as tentativas de golpes a Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas e João Goulart. “Ou seja, todas as vezes que a sociedade começa a dar passos para avançar, aparecem os setores de direita achando que nós estamos incomodando e querem nos afastar”, explicou. “Uma desfaçatez toma conta do bom senso com pessoas indo para as ruas pedindo a volta dos militares, tentando passar a ideia de que a democracia não é uma coisa boa”, prosseguiu.
“E a democracia tem um valor incomensurável. Somente com a democracia este País elegeu um torneiro mecânico presidente da República. Somente a democracia permitiu a Bolívia eleger um índio presidente da República e o Mandela, depois de 27 anos de cadeia, assumir a presidência da África do Sul” destacou.
Segundo Lula, o exercício da democracia significa conquistas aos brasileiros, como o direito à universidade, o aumento seguido do salário mínimo e da renda e o acesso à casa própria.
“É como se nós estivéssemos andando num trem que estivesse descarrilando. Nós não temos que ficar brigando em qual vagão a gente vai. A gente tem que colocar o trem outra vez nos trilhos”, disse. “Se tem uma mulher que é motivo de orgulho para o povo brasileiro pela sua dignidade, coerência e honestidade, chama-se Dilma Rousseff”, completou.
“Eles não querem tirar a Dilma por causa da Dilma. O que eles querem é acabar com essa história de que o povo pode governar e de que pode ser diferente”, concluiu.
Da Redação

Plenária organizativa contra o golpe, em defesa da democracia e do mandato da presidenta Dilma Rousseff 

Os metalúrgicos do ABC participam hoje, no Rio de Janeiro, do ato em defesa da democracia e do desenvolvimento, com concentração às 16h em frente à Candelária.

Ontem o presidente do Sindicato, Rafael Marques, participou da plenária organizativa contra o golpe, em defesa da democracia e do mandato da presidenta Dilma Rousseff no Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo. Ele destacou que o manifesto “Compromisso pelo Desenvolvimento”, lançado no dia 3, deverá ser entregue ainda este mês à presidenta Dilma.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou para as lideranças do movimento sindical, social, estudantil, de moradia e de partidos políticos que está à disposição para todos os atos em defesa da democracia e contra a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de autorizar o início do processo de impeachment de Dilma.

“O impeachment tem que ter razão e motivação. No caso da Dilma, não tem nenhuma razão ou motivação a não ser o ódio, o preconceito e tentar desmontar o projeto que nós construímos, que provou ser possível em 12 anos fazer muito mais coisas do que eles fizeram no século 20 todo”, afirmou.

Lula citou as tentativas de golpes a Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas e João Goulart. “Ou seja, todas as vezes que a sociedade começa a dar passos para avançar, aparecem os setores de direita achando que nós estamos incomodando e querem nos afastar”, explicou. “Uma desfaçatez toma conta do bom senso com pessoas indo para as ruas pedindo a volta dos militares, tentando passar a ideia de que a democracia não é uma coisa boa”, prosseguiu.

“E a democracia tem um valor incomensurável. Somente com a democracia este País elegeu um torneiro mecânico presidente da República. Somente a democracia permitiu a Bolívia eleger um índio presidente da República e o Mandela, depois de 27 anos de cadeia, assumir a presidência da África do Sul” destacou.

Segundo Lula, o exercício da democracia significa conquistas aos brasileiros, como o direito à universidade, o aumento seguido do salário mínimo e da renda e o acesso à casa própria.

“É como se nós estivéssemos andando num trem que estivesse descarrilando. Nós não temos que ficar brigando em qual vagão a gente vai. A gente tem que colocar o trem outra vez nos trilhos”, disse. “Se tem uma mulher que é motivo de orgulho para o povo brasileiro pela sua dignidade, coerência e honestidade, chama-se Dilma Rousseff”, completou.

“Eles não querem tirar a Dilma por causa da Dilma. O que eles querem é acabar com essa história de que o povo pode governar e de que pode ser diferente”, concluiu.

Da Redação

 

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