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24 de Outubro de 2018 | Notícias

Será nosso último 13º salário?

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O final do ano está chegando e com ele trabalhadores, aposentados e pensionistas do INSS se programam para utilizar seu 13º salário em produtos e serviços que não conseguiram adquirir durante o ano com seus rendimentos mensais. Vale a pena também separar o 13º para quitar dívidas, empréstimos e se livrar dos juros bancários, assim como para pagar as despesas de início de ano, como IPVA, IPTU, materiais e matrículas escolares.

Segundo estudo da Subseção do DIEESE, em 2018 um total de R$ 3,3 bilhões deverão ser injetados na economia do Grande ABC sob a forma de 13º. Esse montante é 3,5% superior a 2017, resultado da contratação de 11,4 mil novos trabalhadores e do aumento de 15,1 mil benefícios. Estima-se que 1,26 milhão de pessoas serão beneficiadas com o salário adicional, a fim de dinamizar ainda mais este que é o quarto polo consumidor do país.

Os metalúrgicos desta base sindical receberão cerca de R$ 425 milhões, que representa 13% do que será pago na região, demonstrando a relevância da categoria no conjunto da sociedade local, fruto da organização e da mobilização dos trabalhadores.

No Brasil, o 13º pagará R$ 211 bilhões (3% do PIB nacional) a 84,5 milhões de pessoas. No entanto, as novas ameaças de corte dos direitos dos trabalhadores, iniciados com a recente reforma trabalhista, agora atacam este direito instituído por lei no governo João Goulart, em 1962. No meio do processo eleitoral que estamos vivendo, precisamos ter clareza do que está em jogo: defender nossos direitos e o 13º salário é uma tarefa fundamental de todos os trabalhadores.

Comente este artigo. Envie um e-mail para sumetabc@dieese.org.br

Subseção do Dieese

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