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11 de Dezembro de 2018 | Notícias

CUT e demais centrais se unem em defesa do Ministério do Trabalho

Fotos: Roberto Parizotti

O ato da CUT e demais centrais sindicais contra a extinção do Ministério do Trabalho, na manhã desta terça-feira, 11, contou até com a participação do superintendente regional da pasta, em São Paulo, Marco Antonio Melchior, que subiu ao carro de som dos sindicalistas para falar em defesa da instituição, que deverá ser fatiada pelo governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

 “Sem um órgão fiscalizador como o Ministério do Trabalho, acreditamos seriamente que os patrões vão investir muito mais contra os direitos dos trabalhadores”, destacou o presidente do Sindicato, Wagner Santana, o Wagnão, presente no ato.

O secretário-geral da CUT Sérgio Nobre, lamentou a declaração de Bolsonaro de que é preciso optar entre emprego ou direito. "O que se avizinha para o próximo período é mais retirada de direito. Trabalho sem direito é escravidão." Segundo ele, o MT ganha visibilidade com suas ações pelo interior, mas o trabalho escravo não se limita a essas áreas. "Tem em São Paulo, tem aqui do lado”, acrescentou.

A manifestação, diante da sede da antiga DRT, na região central da capital paulista, terminou com um "patrão" sendo transportado em uma rede por escravos, à moda do período colonial, uma forma de denunciar favorecimento aos empresários pelo futuro presidente.

Com informações da CUT e RBA

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