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11 de Junho de 2019 | Notícias

Trabalhadores na Autometal e Samot aprovam adesão à greve geral

Fotos: Raquel Camargo

Os companheiros nas empresas Autometal, em Diadema e Samot, em São Bernardo, aprovaram em assembleias a luta contra a reforma da Previdência e a participação na Greve Geral na próxima sexta-feira, dia 14 de junho, convocada pela CUT e demais centrais sindicais.

“Não dá para deixar passar esse absurdo. Este Sindicato tem histórico de luta por garantias dos direitos. Não vamos nos acovardar em um momento que querem acabar com a aposentadoria do povo brasileiro”, chamou o coordenador de São Bernardo, Genildo Dias Pereira, o Gaúcho, em assembleia ontem na Samot.

O diretor executivo do Sindicato, responsável por Políticas Industriais, Wellington Messias Damasceno, também convocou a companheira para a luta e criticou a reforma. “Acham que somos um país de bananas, que não vamos reagir e nos mobilizar? Essa reforma é para colocar 1 trilhão de reais na mão dos bancos, não é para investir no país. Os investimentos já estão congelados. Essa reforma que os bancos e as empresas querem é para dar incentivos e tirar imposto de empresário, não de trabalhador”.

Em assembleia na Autometal, na sexta-feira, 7, o CSE na empresa, Gilberto Rocha, o Amendoim, afirmou: “Pode ter certeza que vamos dar a contribuição para essa greve, vamos fazer parte da história. Nos dias 15 e 30 de maio os estudantes deram uma aula de democracia, agora é a nossa vez de defender os direitos da classe trabalhadora”. 

“A nossa vida não pode se resumir às lutas imediatas do chão de fábrica. A briga do dia 14 é porque queremos que as pessoas tenham dignidade. Não é essa reforma que resolverá o problema do Brasil, o problema se resolve com investimento. Só vamos conseguir reverter essa situação se tivermos a ousadia de levantar a cabeça e fazer a luta que for necessária para barrar essa reforma, ou vamos viver numa sociedade de lamentações” destacou o coordenador da Regional Diadema, Claudionor Vieira do Nascimento.

 “A economia não vai crescer com a reforma da Previdência. Alguém vai comprar um carro, um caminhão, um ônibus ou máquina agrícola porque fizeram a reforma? A reforma não vai gerar crescimento econômico”, completou o secretário-geral dos Metalúrgicos do ABC, Aroaldo Oliveira da Silva”.

Da Redação 

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