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7 de Agosto de 2019 | Notícias

Fala Wagnão: Não há limites para esses criminosos de toga

O site The Intercept vem provando a cada semana a nossa defesa de que Lula é um preso político. Está claro que agentes públicos atuaram e atuam para manter o presidente Lula trancafiado. A estratégia desde o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff é enfraquecer as lutas dos trabalhadores e entregar nossos direitos e nossa soberania.

Os acontecimentos estão todos interligados.

Dentro do pacote do golpe, estão o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos, a reforma Trabalhista, a terceirização irrestrita e agora a reforma da Previdência. Para isso, se utilizaram de todas as mentiras, falcatruas e chicanas judiciárias possíveis em um conluio do juiz inquisidor com os promotores acusadores.

Esses integrantes do judiciário atuaram não para servir aos interesses dos brasileiros, mas a seus próprios, inclusive buscando oportunidades de enriquecimento pessoal. Isso está mais do que divulgado. 

Diante das provas noticiadas pelo site The Intercept, esse judiciário busca, de novo, esculhambar com seu principal refém de sequestro político, que é o companheiro Lula. O presidente é vítima das canalhices desses que se utilizam da toga para realizar seus crimes.

Para desviar a atenção de seus atos criminosos, essa parte do judiciário, acostumada a desrespeitar qualquer lei da nossa pátria, cria um fato em torno da transferência de Lula para um presídio comum, à revelia de suas garantias como cidadão e como ex-presidente.

São esses integrantes do judiciário que deveriam estar presos por utilizar seus cargos públicos em benefício de seus interesses pessoais e dos seus grupos políticos.

Esse foi mais um ato de perseguição a Lula. Enquanto isso, deputados votavam contra o direito de cada trabalhador e trabalhadora se aposentar. 

Lula está preso injustamente. Lula deve ser solto.

 

Lula livre já!

Entenda o caso

No dia em que a Câmara dos Deputados aprovava em segundo turno o texto da reforma da Previdência, a justiça do Paraná autorizou a transferência do ex-presidente Lula para São Paulo.

A decisão é da juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução penal de Lula, que é mantido preso político na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril de 2018.

Após a decisão de Lebbos, o juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci escolheu o presídio de Tremembé 2 para Lula cumprir o restante da sua pena. Sorci é coordenador e corregedor do Departamento Estadual de Execuções Criminais de São Paulo e foi nomeado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, para cargo no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, em Brasília.

A defesa do ex-presidente pediu a suspensão da análise da transferência até o julgamento final do habeas corpus em trâmite no STF e com previsão de julgamento ainda neste mês.

Mais de 70 parlamentares de 12 partidos estiveram no Supremo ontem para barrar as arbitrariedades contra Lula.

Na tarde de ontem, os ministros do STF suspenderam, por 10 votos a 1, a transferência de Lula para Tremembé.

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