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19 de Setembro de 2019 | Hot Site

População sem cobertura vacinal

O governo Bolsonaro enviou para o Congresso Nacional proposta de corte de 7% no orçamento destinado à compra de vacinas, em meio ao surto de sarampo (mais de 3.000 novos casos), e com expectativas de aumento do número de casos de febre amarela, no verão que vem chegando.

A proposta aponta para um corte de 393,7 milhões de reais, baixando de 5,3 bilhões para cerca de 4,9 bilhões de reais no ano que vem com a “aquisição e distribuição de imunobiológicos para prevenção e controle de doenças”.

O governo diz que a redução não vai afetar os recursos para a compra de imunizantes e justifica o corte no orçamento alegando que as quedas são possíveis pois está negociando melhores preços.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente cerca de 30 tipos de vacinas para a população. A pretensão de corte no orçamento pode fazer com que o número de imunizantes que estarão disponíveis à população vai diminuir. Com a diminuição da cobertura vacinal, por exemplo, aumenta o risco do retorno de doenças de fácil prevenção, expondo mais ainda a população às doenças.

No Estado de São Paulo o Ministério da Saúde não tem conseguido entregar a quantidade de doses suficientes para abastecer os postos. Algumas prefeituras paulistas relataram, dias atrás, a falta do imunizante, para tentar controlar o surto de sarampo e o aumento da demanda por vacinas, obrigando o governo federal a pedir ajuda à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) para a compra emergencial de 47 milhões de doses da tríplice viral no mercado internacional.

Comente este artigo. Envie um e-mail para dstma@smabc.org.br

Departamento de Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente

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