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17 de Outubro de 2019 | Hot Site

Acredite se quiser

Nosso Sindicato participa de grupos de comissões tripartites sobre alterações das NRs. Na pauta a redução dos custos e responsabilidades patronais.

Os cortes de gastos na saúde devem gerar 50 mil mortes prematuras (antes dos 70 anos) até 2030 devido à redução dos recursos destinados à atenção primária no Brasil, segundo estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizado em 5.507 municípios, já comentado neste espaço.

Cortes nos gastos em saúde pública, diminuição de investimentos em saúde ocupacional e péssimas condições de trabalho na grande maioria das fábricas, aposentadorias cada vez mais distantes, não parecem ser a melhor receita na busca da cura dos problemas nacionais.

Dados da previdência social mostram que, entre janeiro e setembro de 2018, o número de licenças por transtornos mentais e comportamentais adquiridos no serviço subiu 12% em relação ao mesmo período de 2017. Comprometendo ainda mais a saúde dos brasileiros, os afastamentos por depressão e ansiedade subiram quase 5 pontos percentuais.

O Professor Jeffrey Pfeffer, da Universidade Stanford, um dos maiores especialistas de gestão de pessoas do mundo, chegou à conclusão de que o trabalho mata 120.000 trabalhadores por ano nos Estados Unidos, como um dos resultados de uma pesquisa conduzida por ele.

Somando as informações acima ao fato de que a população brasileira está envelhecendo e com as altas taxas de desemprego, o que vai demandar mais cuidados e gastos com a saúde, será possível acreditar que a contenção de gastos em saúde pública é um caminho a ser seguido?

 

Comente este artigo. Envie um e-mail para dstma@smabc.org.br

Departamento de Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente

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