Governo põe em risco a ferramentaria ao reduzir imposto de importados

Na contramão das políticas de fortalecimento da ferra¬mentaria nacional defendidas pelo Sindicato, o governo ilegítimo diminuiu a tarifa de importação dos moldes plásti¬cos de 30% para 14%. 
“Hoje, com o imposto a 30%, a metade dos moldes plásticos usados no Brasil já é importada. Com a alíquota a 14%, a tendência é aumentar ainda mais a entrada de moldes importados”, alertou o diretor executivo, responsável por po¬líticas industriais, Wellington Messias Damasceno.
A redução do imposto foi feita ao excluir os moldes plásticos da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum, a Letec, do Mercosul, que permite aos países do bloco a aplicação de alíquotas de imposto de importação diferentes das previstas na Tarifa Comum. 
“O Sindicato, o APL (Ar¬ranjo Produtivo Local) de Ferramentaria do ABC e en¬tidades do setor vão insistir junto ao governo sobre a im¬portância de manter os moldes IMPORTADOS
 
plásticos na Lista”, defendeu. 
O diretor lembrou a pro¬posta apresentada aos gover¬nos de São Paulo e de Minas Gerais para viabilizar a li¬beração de créditos retidos de ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, das montadoras dos Estados para investir em ferramentarias.
“Ao tirar a condição de exceção, o governo fragiliza o setor, com risco de perder essa importante cadeia da ferramentaria brasileira, em um momento em que estamos discutindo o fortalecimento e o ganho de competitividade nesta área”, alertou. 
“O setor representa em¬pregos e renda melhores, com mais qualificação profissional dos trabalhadores, com de¬senvolvimento e inteligência gerados no País”, prosseguiu. 
A decisão foi publicada pela Câmara de Comércio Exterior, a Camex, no Diário Oficial da União do dia 4. 
Integram a Camex repre¬sentantes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fazenda e Relações Exteriores. 
Atualmente o Brasil tem 100 itens na Lista e, a cada seis meses, até 20% dos itens podem ser modificados.

Foto: Adonis Guerra

Na contramão das políticas de fortalecimento da ferramentaria nacional defendidas pelo Sindicato, o governo ilegítimo diminuiu a tarifa de importação dos moldes plásticos de 30% para 14%. 

“Hoje, com o imposto a 30%, a metade dos moldes plásticos usados no Brasil já é importada. Com a alíquota a 14%, a tendência é aumentar ainda mais a entrada de moldes importados”, alertou o diretor executivo, responsável por políticas industriais, Wellington Messias Damasceno.

A redução do imposto foi feita ao excluir os moldes plásticos da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum, a Letec, do Mercosul, que permite aos países do bloco a aplicação de alíquotas de imposto de importação diferentes das previstas na Tarifa Comum. 

“O Sindicato, o APL (Arranjo Produtivo Local) de Ferramentaria do ABC e entidades do setor vão insistir junto ao governo sobre a importância de manter os moldes importados plásticos na Lista”, defendeu. 

O diretor lembrou a proposta apresentada aos governos de São Paulo e de Minas Gerais para viabilizar a liberação de créditos retidos de ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, das montadoras dos Estados para investir em ferramentarias.

“Ao tirar a condição de exceção, o governo fragiliza o setor, com risco de perder essa importante cadeia da ferramentaria brasileira, em um momento em que estamos discutindo o fortalecimento e o ganho de competitividade nesta área”, alertou. 

“O setor representa empregos e renda melhores, com mais qualificação profissional dos trabalhadores, com desenvolvimento e inteligência gerados no País”, prosseguiu. 

A decisão foi publicada pela Câmara de Comércio Exterior, a Camex, no Diário Oficial da União do dia 4. 

Integram a Camex representantes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fazenda e Relações Exteriores. 

Atualmente o Brasil tem 100 itens na Lista e, a cada seis meses, até 20% dos itens podem ser modificados.

Da Redação.