Marinho é inocentado no processo do Museu do Trabalhador

 

O ex-prefeito de São Bernardo e ex-presidente do Sindicato, Luiz Marinho, foi absolvido pela justiça federal das acusações de fraude em licitação na construção do antigo Museu do Trabalho e do Trabalhador. “Sempre estive tranquilo sobre a regularidade do Museu dos Trabalhadores. Esta absol
vição somente comprova que não temos nada a esconder. Vitória de todos os trabalhadores e trabalhadoras de São Bernardo”, afirmou Marinho em suas redes sociais. A decisão é do juiz da 3ª Vara Federal do município. Também foram inocentados 15 réus, entre eles os ex-se
cretários municipais Alfredo Buso, José Cloves e Osvaldo de Oliveira.   O presidente do Sindicato, Wagner Santana, o Wagnão, criticou parte da justiça brasileira. “Sempre confiei na idoneidade e honestidade do companheiro Marinho. Agora 
a justiça está sendo feita, o que não apaga o prejuízo pessoal que sofreu do que tem sido prática constante da justiça no Brasil”, ressaltou. “Hoje a pessoa se torna réu no país não com base em provas, só com convicção à la PowerPoint. Repensar o nosso modelo judiciário é urgente”, defendeu.  

O ex-prefeito de São Bernardo e ex-presidente do Sindicato, Luiz Marinho, foi absolvido pela justiça federal das acusações de fraude em licitação na construção do antigo Museu do Trabalho e do Trabalhador. “Sempre estive tranquilo sobre a regularidade do Museu dos Trabalhadores. Esta absol

vição somente comprova que não temos nada a esconder. Vitória de todos os trabalhadores e trabalhadoras de São Bernardo”, afirmou Marinho em suas redes sociais. A decisão é do juiz da 3ª Vara Federal do município. Também foram inocentados 15 réus, entre eles os ex-se

cretários municipais Alfredo Buso, José Cloves e Osvaldo de Oliveira.   O presidente do Sindicato, Wagner Santana, o Wagnão, criticou parte da justiça brasileira. “Sempre confiei na idoneidade e honestidade do companheiro Marinho. Agora 

a justiça está sendo feita, o que não apaga o prejuízo pessoal que sofreu do que tem sido prática constante da justiça no Brasil”, ressaltou. “Hoje a pessoa se torna réu no país não com base em provas, só com convicção à la PowerPoint. Repensar o nosso modelo judiciário é urgente”, defendeu.  

 Da redação