Trabalhadores na Pricol aprovam acordo de Proteção ao Emprego

Os companheiros na Pricol, antiga Melling, em Dia¬dema, aprovaram por una¬nimidade o acordo para adesão ao Programa de Pro¬teção ao Emprego, o PPE, na sexta-feira, dia 14.
“É a terceira empresa na base a aderir ao Progra¬ma, o que totaliza cerca de mil trabalhadores com empregos protegidos”, afir¬mou o presidente do Sindi¬cato, Rafael Marques.
O acordo prevê redu¬ção de 9,83% da jornada de trabalho e de salário dos 213 companheiros na empresa, o que corresponde a dois dias de trabalho por mês. Com o Programa, a metade da redução será complemen¬tada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador, o FAT, do governo federal.
 
“O empenho do Sindi¬cato é lutar pela retomada da economia e por meca¬nismos de preservação do emprego. O importante é garantir a estabilidade aos trabalhadores”, disse Rafael. 
O PPE na empresa terá duração inicial de seis meses, com estabilidade de dois meses após o fim do Programa e mais quatro meses de manutenção do nível de emprego.
“Caso seja necessário, o PPE será prorrogado por seis meses e este acordo já cria uma vacina por dois anos de manutenção do nível de emprego. Os com¬panheiros ficam em uma situação mais tranquila”, explicou o coordenador da Regional Diadema, David Carvalho (foto).
Os trabalhadores na Rassini e na Trefilação União, em São Bernardo, foram os primeiros a apro¬varem os acordos do PPE na base.
“O acordo dá mais tranquilidade e acredito que até a produtividade vai melhorar porque as pessoas vão trabalhar mais tranquilas. O pessoal estava com medo de comprar e acho que o PPE também vai ajudar a aquecer o mercado. Tinha muita gente com receio de comprar algo mais caro e ficar endividado e agora vai dar para programar as compras e a vida”.
Adilson Belmiro, Manufatura, trabalha há 16 anos na empresa.
“Todo mundo fica apreensivo em momentos de crise e o PPE vai dar segurança para a gente. Acompanhei a queda na produção na fábrica e sei o quanto é difícil encontrar trabalho lá fora. É uma oportunidade de manter os empregos e passar por esse período. Achei uma decisão acertada dos trabalhadores”. 
Alan Martins de Oliveira, Usinagem e Montagem, trabalha há 10 anos na autopeças.
“Achei o acordo muito bom nesse momento de crise por ter até dois anos com o emprego garantido. As pessoas ficam tensas ao trabalhar pensando em demissões e o PPE dá mais tranquilidade e tempo para a empresa se estabilizar. Achei importante porque tenho dois filhos, de 17 e 9 anos, e o mais velho quer fazer faculdade de psicologia”.
Damiana Ferreira dos Santos, na Montagem, há 3 anos e meio na Pricol.
“Estava preocupado porque a crise é geral. Foi uma vitória do Sindicato e dos trabalhadores com dois anos de garantia de emprego. Não vai prejudicar a gente e teremos a manutenção dos postos de trabalho. A família fica despreocupada e vou conseguir fazer os investimentos que queria. Tenho uma filha de 4 anos e agora é acabar de construir a casa e o quarto dela”.
Jonas Silva, Usinagem, há 6 anos na fábrica.

Foto: Adonis Guerra

Os companheiros na Pricol, antiga Melling, em Diadema, aprovaram por unanimidade o acordo para adesão ao Programa de Proteção ao Emprego, o PPE, na sexta-feira, dia 14.

“É a terceira empresa na base a aderir ao Programa, o que totaliza cerca de mil trabalhadores com empregos protegidos”, afirmou o presidente do Sindicato, Rafael Marques.

O acordo prevê redução de 9,83% da jornada de trabalho e de salário dos 213 companheiros na empresa, o que corresponde a dois dias de trabalho por mês. Com o Programa, a metade da redução será complementada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador, o FAT, do governo federal.

“O empenho do Sindicato é lutar pela retomada da economia e por mecanismos de preservação do emprego. O importante é garantir a estabilidade aos trabalhadores”, disse Rafael. 

O PPE na empresa terá duração inicial de seis meses, com estabilidade de dois meses após o fim do Programa e mais quatro meses de manutenção do nível de emprego.

“Caso seja necessário, o PPE será prorrogado por seis meses e este acordo já cria uma vacina por dois anos de manutenção do nível de emprego. Os companheiros ficam em uma situação mais tranquila”, explicou o coordenador da Regional Diadema, David Carvalho.

Os trabalhadores na Rassini e na Trefilação União, em São Bernardo, foram os primeiros a aprovarem os acordos do PPE na base.

Trabalhadores na Pricol

“O acordo dá mais tranquilidade e acredito que até a produtividade vai melhorar porque as pessoas vão trabalhar mais tranquilas. O pessoal estava com medo de comprar e acho que o PPE também vai ajudar a aquecer o mercado. Tinha muita gente com receio de comprar algo mais caro e ficar endividado e agora vai dar para programar as compras e a vida”. Adilson Belmiro, Manufatura, trabalha há 16 anos na empresa.

“Todo mundo fica apreensivo em momentos de crise e o PPE vai dar segurança para a gente. Acompanhei a queda na produção na fábrica e sei o quanto é difícil encontrar trabalho lá fora. É uma oportunidade de manter os empregos e passar por esse período. Achei uma decisão acertada dos trabalhadores”. Alan Martins de Oliveira, Usinagem e Montagem, trabalha há 10 anos na autopeças.

“Achei o acordo muito bom nesse momento de crise por ter até dois anos com o emprego garantido. As pessoas ficam tensas ao trabalhar pensando em demissões e o PPE dá mais tranquilidade e tempo para a empresa se estabilizar. Achei importante porque tenho dois filhos, de 17 e 9 anos, e o mais velho quer fazer faculdade de psicologia”. Damiana Ferreira dos Santos, na Montagem, há 3 anos e meio na Pricol.

“Estava preocupado porque a crise é geral. Foi uma vitória do Sindicato e dos trabalhadores com dois anos de garantia de emprego. Não vai prejudicar a gente e teremos a manutenção dos postos de trabalho. A família fica despreocupada e vou conseguir fazer os investimentos que queria. Tenho uma filha de 4 anos e agora é acabar de construir a casa e o quarto dela”. Jonas Silva, Usinagem, há 6 anos na fábrica.

Da Redação.