A pandemia segue seu curso

Foto: Divulgação

Fanfarronices, como a última fala do presidente norte-americano, Donald Trump, em discurso no dia 12 de outubro, quando disse: “eu me sinto tão poderoso. Eu vou entrar lá, vou beijar todos naquela plateia. Vou beijar os caras e as mulheres lindas, só vou dar um grande e gordo beijo”, além de polêmica e de ter disseminado informações falsas sobre a Covid-19, é contraditória, uma vez que fez diversas declarações minimizando a gravidade da doença e desencorajando o uso de máscaras e o distanciamento social.

A doença está bastante ativa e, até o momento, não se pode concluir por uma imunidade duradoura após contágio. Estudo realizado e publicado por pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia, em 13 de outubro, demonstra que os anticorpos dos pacientes infectados pelo novo coronavírus ficam no organismo por pelo menos quatro meses após o contágio e conferem imunidade durante o mesmo período.

Uma senhora holandesa de 89 anos, portadora de um tipo de câncer chamado Linfoma de Hodgkin, morreu após reinfecção pelo novo coronavírus. Ela era um dos cinco casos conhecidos de reinfecção no mundo. Todos eles eram portadores de alguma comorbidade, isto é, possuíam alguma doença em conjunto com a Covid-19.

É nesse contexto que temos a obrigação de não “baixar a guarda” na luta contra o coronavírus e, ao mesmo tempo, reforçar a campanha do Outubro Rosa na conscientização da população sobre a prevenção do câncer de mama, incentivando o diagnóstico precoce da doença.

A estratégia de detecção no estágio inicial é um ponto crucial, pois isso aumenta as chances de cura e reduz consideravelmente a mortalidade.

Comente este artigo. Envie um e-mail para [email protected] 

Departamento de Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente