Mais renda. Mais emprego

“É preciso acabar com as distorções na tabela”, avisou o presidente do Sindicato, lembrando que a não correção tira R$ 6 bilhões dos bolsos dos trabalhadores. “Quantos empregos esse dinheiro poderia criar?”, perguntou ele.

O presidente dos Químicos do ABC, Paulo Lage, rebateu argumento de que os trabalhadores que pagam impostos são privilegiados. “Privilegiados são banqueiros e grandes grupos econômicos”, comentou.

Valmir Marques da Silva, o Biro-Biro, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, disse que os trabalhadores continuam acreditando no governo Lula, “o que não impede da gente fazer as cobranças que achamos justas”.