O fundamentalismo neoliberal que destrói o país e flagela o povo brasileiro

Vários países injetaram bilhões de dólares para movimentar a economia como alternativa para superação da crise econômica causada pandemia da Covid-19. No caso dos Estados Unidos, o governo Biden injetará 2 trilhões de dólares em 8 anos.

Foto: Divulgação

Além do reforço à vacinação, serão destinados recursos para desempregados, complementação salarial para trabalhadores afastados, financiamento de pequenas e médias empresas, requalificação profissional, além de infraestrutura e inovação tecnológica voltados para estruturar uma economia de baixo carbono ou energia limpa, como eletrificação veicular, energia solar e eólica.

O governo brasileiro, ao contrário, parece ser dominado pelo receituário neoliberal como uma seita fundamentalista defendida a ferro e fogo como solução para todos os problemas do país.

Além de todo o desastre na condução da crise sanitária, o governo continua impondo uma agenda que agrava ainda mais o flagelo do povo. A reforma Trabalhista que era anunciada como a solução para o desemprego tinha o nítido objetivo de reduzir o custo do trabalho.

A continuidade das privatizações de empresas estatais se dá num momento em que nenhum país quer vender seus ativos em função da crise mundial.

O governo assiste passivamente o processo de desindustrialização precoce sem nenhum sinal de adoção de uma política industrial que estanque esse processo e aponte para investimentos em inovação e reconversão industrial. Ao contrário, usa o velho mantra liberal de abrir nosso mercado aos produtos importados para forçar a nossa competividade. Receita que nunca deu certo no Brasil e só gerou fechamento de fábricas e destruição de empregos.

Estamos num momento chave em que precisamos estancar a destruição e colocar as rédeas da política economia a serviço do povo brasileiro. Para isso, todo o nosso esforço deverá ser mobilizado para mudarmos o cenário político no futuro próximo.

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