Saúde Mental – parte 2

Na semana passada, começamos a falar sobre saúde mental e apresentamos alguns conceitos básicos. Conforme a medicina e a sociedade avançam, os conceitos também.

Até 2019 eram duas as principais classificações internacionais para fazer o diagnóstico, que não concordavam entre si. Em janeiro começou a CID11 (Classificação Internacional de Doenças – edição 11) que, mais uma vez, mudou o entendimento.

Perceber se uma pessoa próxima (ou você) está caminhando para a depressão não é tão difícil. Você tem de prestar atenção em três características:

1) O deprimido sempre está para baixo, triste, percebe no choro, semblante etc. Em crianças e adolescentes, pode ter apenas irritabilidade.

2) Concentração baixa (é difícil manter o foco, parar a atividade no meio, muita indecisão), baixa autoestima (a despeito de toda experiência e importância do trabalho), baixa esperança no futuro.

3) Sono, apetite e fadiga. Estes estão relacionados entre si, ligados a vários outros transtornos e de difícil interpretação pelo paciente. De modo fácil, se você notar grande aumento ou diminuição dos dois primeiros, podem ser sintomas de depressão.

Existem graus de depressão e outras doenças psiquiátricas trazem quadros parecidos. Existe depressão associada a consumo de substâncias (álcool, por exemplo), depressão devido a outras moléstias (Parkinson, Alzheimer, epilepsia etc.) e mesmo no luto. Se encontrou a maioria dos sinais e sintomas, procure um médico.

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Departamento de Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente