Sindicato e Conselho das Mulheres de Diadema convidam para ato em março

Com 46 membros, entre titulares e suplentes, Conselho monitora políticas de saúde, segurança e renda ao coletivo em Diadema.

Em um cenário onde a vida das mulheres exige vigilância constante, o Sindicato reafirmou seu papel de trincheira, ontem, na reunião mensal do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Diadema. Mais do que um encontro, a sessão foi um chamado às armas sociais para a organização do grande ato do dia 14 de março na região, um marco que promete mobilizar a cidade em defesa da vida e contra o retrocesso.

Essa atividade é construída pela Frente Regional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres e, este ano, será realizada em Diadema. O evento busca reunir mulheres e movimentos dedicados à defesa da vida e dos direitos femininos, consolidando a união de forças em toda a região.

Para Andrea Sousa, a Nega, diretora executiva do Sindicato e conselheira titular, a presença da entidade é estratégica. “O Conselho é um instrumento de vida. Estamos lá para dialogar e encaminhar as mulheres aos equipamentos de atendimento, seja pelo 180 ou pelas delegacias”, pontua. Nega enfatiza que o espaço é paritário e aberto: uma ferramenta de poder onde a sociedade civil ocupa metade das cadeiras para fiscalizar o Poder Público.

Unidade e Combate
O Conselho, com gestão de 2025 a 2027, não é apenas consultivo; é um órgão deliberativo e combativo. Com 46 membros, entre titulares e suplentes, sua missão é clara: monitorar políticas de saúde, segurança e renda, garantindo que a igualdade não seja apenas uma palavra no papel, mas uma realidade nas ruas.
O Sindicato convoca os trabalhadores e trabalhadoras a ocuparem esse espaço. “A luta contra a violência e pela emancipação feminina não espera. No dia 14 de março, a voz das mulheres de Diadema será ouvida. Mexeu com uma, mexeu com todas”, avisou Nega.